{"id":2185,"date":"2011-10-17T18:16:29","date_gmt":"2011-10-17T18:16:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fetiasp.com.br\/site\/?p=2185"},"modified":"2013-09-04T18:17:03","modified_gmt":"2013-09-04T18:17:03","slug":"ambev-investe-r-11-bi-em-fabrica-flexivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fetiasp.com.br\/site\/?p=2185","title":{"rendered":"Ambev investe R$ 1,1 bi em f\u00e1brica flex\u00edvel"},"content":{"rendered":"<div id=\"Noticia\">\n<div id=\"txtNot\">\n<p>A maior cervejaria das Am\u00e9ricas quer estar preparada para as oscila\u00e7\u00f5es de demanda. Dos R$ 2,5 bilh\u00f5es de investimentos anunciados pela Ambev este ano, R$ 1,1 bilh\u00e3o est\u00e3o sendo aplicados no Sudeste, para ampliar e modernizar as f\u00e1bricas. Mais do que aumentar em 10% a capacidade de produ\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, onde a empresa soma 13 plantas, a iniciativa procura tornar as f\u00e1bricas aptas a produzir diferentes vers\u00f5es e apresenta\u00e7\u00f5es de cervejas, refrigerantes e demais bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas, ao sabor do gosto do p\u00fablico. Assim, a Ambev diminui custos log\u00edsticos e leva mais r\u00e1pido o produto &#8220;da moda&#8221; ao ponto de venda. \u00c9 o que a multinacional chama de &#8220;flexibiliza\u00e7\u00e3o total&#8221; do processo produtivo.<\/p>\n<p>&#8220;Interessa deixar a f\u00e1brica pronta para fazer um pouco de tudo&#8221;, disse o vice-presidente industrial da Ambev, M\u00e1rcio Fr\u00f3es. &#8220;Essa \u00e9 uma estrat\u00e9gia adotada no Pa\u00eds inteiro, mas o Sudeste demanda mais inova\u00e7\u00f5es do que outras regi\u00f5es&#8221;. Hoje Fr\u00f3es inaugura em Pira\u00ed, no Rio de Janeiro, a amplia\u00e7\u00e3o da filial, que passa a ter uma capacidade 35% maior. A f\u00e1brica, que recebeu investimentos de R$ 160 milh\u00f5es, come\u00e7a a envasar cervejas em latas de 269 ml e 473 ml. At\u00e9 ent\u00e3o, s\u00f3 a vers\u00e3o tradicional de 350 ml era produzida. Tamb\u00e9m foi instalada uma nova linha para garrafas de 600 ml e 300 ml.<\/p>\n<p>Em refrigerantes, Pira\u00ed produzia apenas guaran\u00e1 Antarctica, Pepsi e H2OH lim\u00e3o. Agora, vai fabricar todos os sabores e vers\u00f5es, incluindo diet e a marca Sukita, em embalagens PET e lata. Al\u00e9m disso, passa a produzir o energ\u00e9tico Fusion, lan\u00e7ado este ano, cuja fabrica\u00e7\u00e3o estava restrita a Viam\u00e3o (RS).<\/p>\n<p>&#8220;Temos fama de cortadores de custos e \u00e9 claro que a companhia \u00e9 fan\u00e1tica por redu\u00e7\u00e3o de despesas, mas faz isso justamente para ter caixa para reinvestir&#8221;, diz Fr\u00f3es.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia de n\u00e3o ter um portf\u00f3lio fixo em cada planta \u00e9 acertada quando se tem grandes volumes, como a Ambev, diz o consultor Alberto Viviane. &#8220;Mas isso aumenta o desafio do controle log\u00edstico e da distribui\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma o especialista, que tamb\u00e9m lembra a necessidade da empresa de adaptar a produ\u00e7\u00e3o aos dois grandes eventos mundiais que ser\u00e3o sediados no Brasil, a Copa do Mundo e a Olimp\u00edada. Nesses momentos, a resposta \u00e0 demanda precisa ser ainda mais r\u00e1pida.<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos meses, a Ambev deve anunciar uma nova planta para envasar a marca Budweiser, que h\u00e1 dois meses come\u00e7ou a ser produzida em Jacare\u00ed (SP), nas vers\u00f5es lata, long neck e 600 ml. &#8220;O aumento da demanda exige uma segunda planta para produzir a marca, que vai precisar da certifica\u00e7\u00e3o da Anheuser-Bush, um processo que demora entre quatro e cinco meses&#8221;, afirma Fr\u00f3es.<\/p>\n<p>Em Jacare\u00ed, o aumento da capacidade produtiva este ano, de 12 para 14 milh\u00f5es de hectolitros, est\u00e1 sendo puxado pela Budweiser, que at\u00e9 o fim do m\u00eas passa a ser distribu\u00edda para toda a regi\u00e3o Sudeste e Sul. At\u00e9 agora, a marca estava apenas no Rio e em S\u00e3o Paulo. Na unidade tamb\u00e9m come\u00e7aram a ser produzidas cervejas em garrafas de 250 ml e 300 ml e a vers\u00e3o long neck da Stella Artois.<\/p>\n<p>Em Jaguari\u00fana, onde \u00e9 fabricado o Gatorade, a linha de produ\u00e7\u00e3o passou a envasar o isot\u00f4nico em vers\u00f5es de um litro e 350 ml.<\/p>\n<p>Em todo o Estado de S\u00e3o Paulo, os investimentos somam R$ 537 milh\u00f5es, incluindo a constru\u00e7\u00e3o de uma nova linha de produ\u00e7\u00e3o em Guarulhos, para envasar 35 mil garrafas de 1 litro por hora, elevando em 15% a capacidade anual de 4,2 milh\u00f5es de hectolitros.<\/p>\n<p>Isoladamente, o maior investimento \u00e9 feito em Sete Lagoas (MG). A quarta amplia\u00e7\u00e3o da filial, inaugurada em 2008, deve consumir R$ 250 milh\u00f5es. A capacidade da f\u00e1brica vai praticamente dobrar, de 4,7 milh\u00f5es para 9,3 milh\u00f5es de hectolitros ao ano. No local, est\u00e3o sendo instaladas duas novas linhas de envase: garrafas (60 mil por hora) e latas (120 mil por hora).<br \/>\n(Fonte: Valor Econ\u00f4mico &#8211; 18\/10\/2011) e portal Protec \u2013 Pr\u00f3 inova\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria Brasileira<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maior cervejaria das Am\u00e9ricas quer estar preparada para as oscila\u00e7\u00f5es de demanda. Dos R$ 2,5 bilh\u00f5es de investimentos anunciados pela Ambev este ano, R$ 1,1 bilh\u00e3o est\u00e3o sendo aplicados no Sudeste, para ampliar e modernizar as f\u00e1bricas. 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