Trabalhadores e sindicalistas das indústrias de alimentação pararam na última quinta feira (dia 8), por quase duas horas, a Ponte que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul, na rodovia Raposo Tavares, em protesto contra a demissão de 1,3 mil de funcionários do frigorífico da JBS, situado na cidade de Presidente Epitácio.
“Nossa luta não vai parar”, disse Carlúcio Gomes da Rocha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Presidente Prudente.
A demissão em massa, de 1, 3 mil funcionários do frigorífico da JBS em Presidente Epitácio (SP) será debatida no BNDES amanhã (dia 13), às 15h30, em reunião que será realizada entre Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical,e Melquíades de Araújo, presidente da Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação ESP), com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
Segundo Paulinho, o BNDES tem 1/3 do capital da empresa. “Como tem dinheiro público esperamos dos proprietários do frigorífico mais sensibilidade social”, disse o presidente da Força.
“Vamos lutar pelos empregos dos trabalhadores de Presidente Epitácio e também dos funcionários do mesmo grupo situados em outras cidades já que existem ameaças de mais demissões”, disse Melquíades de Araújo.
Estiveram presentes no ato realizado, o presidente da Fetiasp (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de S. Paulo), Melquíades de Araújo e o diretor da entidade, Ovídio Garcia Fernandes, e o deputado estadual Major Olímpio (PDT-SP).O JBS demitiu durante este ano, mais três mil empregados do frigorífico situado em Lins (SP), em Maringá (PR), 400 e, 170 em Alta Floresta (MT). Segundo Fernandes existem ameaças de demissões nos frigoríficos de Andradina e Barretos, no Estado de São Paulo.
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Fonte: Imprensa Fetiasp/Imprensa Força.



















