Notícias — 16 de maio de 2013

Eles pressionam pelo atendimento às suas reivindicações nas negociações da Convenção Coletiva.

Após criação das secretarias, Trabalhadores da alimentação intensificam greves.

Eles pressionam pelo atendimento às suas reivindicações nas negociações  da Convenção Coletiva.

A Fetiasp aumentou o número de greves e manifestações depois da criação das secretarias por setores, como usinas, frigoríficos, entre outros. Na terça-feira foi realizado a Conferência  Estadual do grupo da Alimentação em Limeira. A avaliação feita é que a estratégia está correta, disse Wilson Vidoto, secretário-geral da Fetiasp e presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Marília.

Estão em curso duas greves no setor da indústria da alimentação no interior resultado da mobilização que a (Fetiasp) Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de SP e os sindicatos estão fazendo devido a negociação da Convenção Coletiva da categoria com data-base em maio, disse Melquíades de Araújo, presidente da entidade.

A primeira paralisação é dos 1.350 funcionários da Dori Alimentos, líder em guloseimas, situada em Marília, começou às 5 horas de hoje (dia 16)em protesto contra o não pagamento da PLR de 2012 (Participação nos Lucros ou Resultados). Segundo Vidoto, a empresa alega prejuízos. “Solicitamos para mostrar os números para que pudéssemos comprovar ou não o prejuízo, mas a indústria não atendeu esta reivindicação”, declarou o sindicalista.

A segunda greve de 130 operários acontece desde às 6 horas, na Usina de Açúcar e Álcool Atena, situada na cidade de Martinópolis. Os trabalhadores são da base do sindicato de Presidente Prudente presidido por Carlucio Gomes da Rocha, que passou a manhã negociando com a empresa.

Os operários reivindicam cesta básica, ônibus em melhores condições porque os usados atualmente estão sucateados e redução do preço do marmitex servido pela usina que é de R$ 3,25.

Nos setores de doces e conservas, ração, frigoríficos, carnes e bebidas, as negociações ainda estão começando. Na pauta de reivindicações de todos os setores estão 10% de aumento real, reposição da inflação do período da data-base, piso salarial de R$ 1.500,00 e mínimo de  PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) no mesmo valor (R$ 1.500,00).

Entre as reivindicações sociais estão a licença-maternidade de 180 dias, reembolso creche e igualdade salarial entre homens e mulheres, empregos para jovens aprendizes e egressos do sistema prisional e cumprimento da lei de cotas, informou Neuza Barbosa, diretora da Fetiasp. 

Fonte: Imprensa Fetiasp

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