Os trabalhadores da alimentação terão negociações salariais do 2º semestre. Nesta matéria, o presidente interino da Fetiasp, Antonio Vítor fala sobre o tema e os desafios que os trabalhadores brasileiros têm pela frente.
Força Sindical – Os trabalhadores nas indústrias da alimentação têm negociações salariais nos primeiro e segundo semestres porque a cadeia produtiva é composta de muitos setores, como Doces e Conservas, carnes e frios. Como estão as negociações neste segundo semestre?
Antonio Vitor – Entregamos as pautas de reivindicações aos patrões, mas ainda não avançamos nas negociações até porque o País estava parado esperando as definições na área política.
Força Sindical – Qual a expectativa dos dirigentes dos Fetiasp e dos sindicatos em relação às negociações deste ano?
Antonio Vitor – Sabemos que serão difíceis porque, apesar de alguns setores terem registrado melhoras, falta muito para chegar a uma situação tranquila. O PIB recuou 0,6 no 2º trimestre e o desemprego passa dos 11 milhões de pessoas.
Força Sindical – Nesse contexto qual é a solução?
Antonio Vítor – Um sindicato ajuda o outro e a Federação também para, juntos, intensificarmos a mobilização dos trabalhadores.
Força Sindical – Outros temas preocupam dos trabalhadores?
Antonio Vitor – Sim. A reforma da Previdência, a reforma trabalhista e temos que ficaarmos atentos para impedir a retirada de direitos.
OBS: Laticínios, Azeite e óleos vegetais, Torrefação e Moagem e Cacau, balas e Massas Alimentícias são os próximos a realizar rodadas de negociações.
Fonte: Força Sindical/Federação da Alimentação



















